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segunda-feira, 4 de junho de 2012

MATURIDADE E SABEDORIA

Salomão é o símbolo de sabedoria. Na sua juventude percebendo os desafios que seu pai enfrentara diante do reinado, ele vai a Deus em busca do que ele mais precisava (1Reis 3.9). Deus se agrada (10) daquele pedido humilde e sem ambição egoísta e lhe acrescenta à sabedoria também riqueza e honra. Durante muitos anos aquele dom o dirigiu.

Mas fica uma clara definição entre sabedoria e maturidade. Esta só vem depois com as experiências e o tempo, e, apesar de sábio, ele não foi maduro o bastante para lidar com riqueza e honra. Onde ele errou?

Fez alianças erradas. A primeira aliança que fez foi muito sábia, afinal, um país forte como parceiro é o melhor que um novo rei poderia ter na época, mas pouco madura, afinal, ele fez aliança através do casamento (3.1). Casou-se com a filha de Faraó. Ofereça sua profissão, seu tempo útil, seus dons, mas o seu coração precisa ser totalmente do Senhor e compartilhá-lo com quem não ama o Senhor não é a coisa certa.

Se envolveu com os prazeres humanos. O esporte mais caro e mais cobiçado naquele tempo era a criação de cavalos (4.26). Salomão nunca fez uma guerra. Não precisava de cavalos para batalhas. Deus havia orientado os reis a não se envolverem neste tipo de atividade, e acredito, pelo poder viciante que ele tem. O esporte e o lazer que temos não pode tomar o lugar primeiro de Deus em nossos corações.

Salomão Teve muitas mulheres. Em lugar nenhum da Bíblia o homem/mulher de Deus que se envolve com mais de uma pessoa tem sucesso nos relacionamentos. Nenhuma esposa daquele homem foi feliz, e todas o influenciaram o seu coração para a Idolatria. (1 Reis 11:5-9)

Salomão não discipulou o seu filho, herdeiro do trono. Afinal, com tantas ocupações (alianças, mulheres, cavalos, idolatria) não sobrou tempo para a família (qual, com tantas mulheres?). O novo Rei (Roboão) não tinha nem sabedoria nem maturidade. Dividiu o Reino.

Então, Salomão foi ou não foi o homem mais sábio? Sim! A Bíblia o declara(4.29-34) e tudo o que ela declara é verdade. Mas com o tempo, aquele homem olha para traz e viu que sua sabedoria nem sempre esteve "linkada" com o temor do Senhor (Ec. 12.13). Esta é uma conclusão muito sábia e nos faz refletir sobre nossas escolhas. Não adianta agradar a Deus só em algumas áreas de nossas vidas se o desagradarmos em outras. Algumas alianças precisam ser evitadas. Alguns hobbies "nada a ver" precisam ser avaliados. A idolatria, mesmo sem ídolos de barro precisa ser vigiada. Em tempo de maturidade, até a sabedoria tem que agradar a Deus!

quarta-feira, 14 de março de 2012

A LUZ QUE BRILHA

Na sala de minha casa tem uma lâmpada que de uns dias para cá tem perdido a luminosidade e já não brilha tanto. Não consigo ler ali. Não precisa desliga-la para assistir um filmecom tranqüilidade. É como se ela estivesse atrás do sofá; interfere pouco. É disso que Jesus fala quando afirma em Lucas 8.16:

"ninguém depois de acender uma candeia, a cobre com um vaso ou a põe debaixo de uma cama, pelo contrário, coloca-a sobre um velador, a fim de que os que entram vejam a luz"

Espiritualmente, ou é luz ou são trevas - podem ser densas trevas, ou podem ser luz que vai clareando mais e mais até parecer dia perfeito. Mas a lâmpada lá da sala está escurecendo a cada dia! No cap. 11.34. De novo ele usa a parábola da candeia. Os olhos são lâmpadas do corpo. Se portanto, todo o teu corpo for luminoso, sem ter qualquer parte em trevas, será todo resplandecente como a candeia quando te ilumina em plena luz.

Tem um detalhe na parábola que é muito significativo: não adianta viver em trevas pois um dia tudo será iluminado e tudo vai manifestar-se. Tudo será conhecido! A melhor coisa é viver sempre na luz.

Outro detalhe é que a luz associada aos olhos está ligada ao aparelho auditivo: "vede como ouvis!" (18a). Quando nossa visão está ruim, precisamos atentar para nossa audição. Alguns de nós passamos um tempo cego sobre coisas muito importantes: a vida espiritual, a família, o ministério, a auto-estima... mas mesmo cegos, Deus sempre envia pessoas para nos falar. "Vede como ouvis!" Diz o Senhor. O que fazemos com a mensagem que Deus nos trás diariamente? Quando nos falam do valor que Deus nos dá nem sempre conseguimos ver da maneira que o pregador fala. Precisamos então ouvir, com ouvidos que crêem na Palavra de Deus. "Está escrito!" (Mt.4) deve ser a nossa medida. Não vejo mas ouço. Se ouço, preciso crer.

Ouvir é a última instancia. Tudo o que temos está em jogo, pois "ao que tem lhe será dado e ao que não tem, até o que pensa que tem lhe será tirado".(18b) quem tem visão terá mais visão, quem ouve a Deus ouvirá cada dia mais. Quem tem os olhos em trevas, entrará em trevas maiores, quem vive na escuridão espiritual, se fará surdo mais e mais à palavra de Deus.

Assim brilhe a vossa luz diante dos homens para que vejam suas boas obras e glorifiquem o Pai que está no Céu. Que o Senhor faça nossos olhos verem, nossos ouvidos ouvirem e nosso coração se converter a cada dia. Vou trocar a lâmpada da sala!

A EXPERIENCIA E A OPORTUNIDADE

Cada experiência que temos se soma a outra e vira uma oportunidade. O povo de Israel teve muita experiência com Deus, na saída do Egito, na travessia do mar vermelho, nas águas amargas, no Sinai, em 2 anos de deserto e agora, a grande experiência de ver com os próprios olhos a terra que mana leite e mel. E manava leite e mel! (Nm.13.23,24) A descrição de cachos de uva transportada por dois homens (por que eram muito grandes) é fantástica! Que oportunidade eles tinham a partir daquela experiência!

Mas as rosas prometidas eram de verdade, ou seja, tinha muitos espinhos. Eles visualizaram uma rosa sem espinhos, sem nenhum risco e quando viram os espinhos daquela rosa, por mais bonita e cheirosa que fosse, recuaram e a experiência deixou de ser uma grande oportunidade.

Precisamos estar atentos a nossas reações às nossas experiências. Elas podem nos traumatizar, nos paralisar, nos calar, nos constranger ou podem nos estimular, nos motivar de tal maneira que continuemos até que aquela experiência seja a oportunidade que tantos sonhamos. Quando os espias nomeiam aquele lugar como vale de Escol, ou vale do cacho, por causa das frutas que colheram ali, eles deveriam escolher aquela experiência para gerar a oportunidade. Mas eles tiveram outras experiências. Viram também os gigantes da terra, e eram tão significativos em tamanho quanto os cachos de uvas. Preferiram valorizar a experiência dos gigantes e tiveram a oportunidade de voltar para o deserto e caminhar mais 38 anos.

Se escolhessem valorizar a experiência dos cachos de uvas, teriam a oportunidade de entrar na terra prometida e ver Deus multiplicando uvas e dizimando gigantes.

Temos muitos sonhos e temos que saber que eles se transformam em oportunidade real. Temos primeiro que saber se este sonho é de Deus, pois só Ele tem poder de fazer com que nossos sonhos sejam reais. Mas quando Ele faz isso, é realmente real, com todos os detalhes, como os espinhos das rosas.

Graças a Deus pois temos o exemplo de Josué e Calebe. Estes dois homens tiveram a experiência com os gigantes e com os cachos de uvas. Eles viram o tamanho exagerado de ambos. Como Davi e o Leão, eles tiveram a oportunidade que Deus lhes dava de ver mais de seu poder, pois quem eram aqueles gigantes diante do poder do Egito? Se o Egito se prostrou ao Deus Todo Poderoso, quem eram aqueles gigantes? O Deus que fez as uvas, destruiu o Egito e seus deuses destruiria os gigantes com sua aparência enorme.

Deus te tem permitido experiências. Elas podem se transformar em grandes oportunidades, se elas são parte do projeto de Deus. Como Josué e Calebe, insista em saber disto e o resto é com Ele. Descanse no Senhor.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

A MELHOR PARTE


O tema da mensagem era "CANDEIA" e assim que comecei a falar a luz acabou. Interessante é que fui falar do mesmo assunto em outro lugar, noutro dia e quando comecei a energia faltou também. Somos Candeia - luz para a família, Jesus afirmou. Somos candeia e temos que brilhar onde falta luz. É fácil brilhar no claro, exibindo nossa luz, mas onde precisam de luz nem sempre estamos disponíveis. Viver na luz é a melhor coisa que existe. Viver na luz é o desejo de Deus para cada família. Esperar na luz é a melhor maneira.

Quando Jesus estava na casa de Marta e Maria, mostrou a elas um dos maiores segredos do universo: nosso suor não ilumina nada. Não faz nenhuma diferença diante de Deus. Marta vivia suada tentando deixar sua casa limpa, o serviço em dia, o alimento pronto. Mas estava em trevas. Com a alma cansada e o relacionamento tingido pela desconfiança. Queria impressionar a Deus com tudo o que fazia. Queria ser melhor que sua irmã fazendo coisas. Fedia.

Maria por outro lado estava assentada aos pés de Jesus. É muito difícil para nós vivermos como Maria. Somos acostumados a maldição do suor. Muitas de nossas casas estão fracassadas por vivermos tentando acertar. Tentando no escuro, investindo com nossa própria força. Se Jesus é a referencia de nosso lar e nos sentamos em sua volta, estamos escolhendo a melhor parte e viveremos debaixo da luz e não debaixo da maldição do suor. Se trabalhar demais é um problema, imagine trabalhar no escuro. "Preocupada, inquieta com muitas coisas" Marta afundava em trevas a cada tentativa de fazer melhor. Nosso próprio esforço nos leva a trevas.

Nossa dependência de Deus através de Jesus que é a luz do mundo nos deixa no conforto de não ter que convencer ninguém pois vem dEle o brilho e a direção em nosso caminho. A melhor parte. O prazer de fazer na companhia dEle e não para impressioná-lo. A benção de fazer sob ordem dele e não para convencê-lo. Eis o nosso desafio. Nossa família está a nos observar. Que eles vejam a Jesus, nossa escolha, a melhor parte. nEle somos luz.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

CURA PARA O MAIOR MAL DA ALMA (Os. 14.4)

Quando a mulher me perguntou se o vício de pornografia do marido era traição, ele ficou indignado, como se fosse um grau menor de pecado. Mas toda energia – física ou mental -, emoção e tempo que deveria ser dispensado a família e é investido em outra pessoa ou coisa, é infidelidade. A mesma coisa em relação a Deus; a infidelidade não é um grau menor de pecado, é pecado. Isto é muito claro no livro de Oséias e Deus insiste em nos curar pois este é o maior mal do coração, que respinga em todos os que estão perto.

Por causa dela veio sobre nós "o poder da sepultura" (3.14) alimento com sabor de vento (12.1) engano, ladrões nas casas, bandidos nas ruas (7.1) e quando o sentimento é positivo é apenas um "amor como a neblina da manhã, como o primeiro orvalho que logo se evapora" (6.4) e "por isso, suas filhas se prostituem e suas noras adulteram," (4.13c) Israel rejeitou o que é bom" (8.2b) será que algo tão grave tem cura?

A infidelidade é um lugar para onde levamos o nosso coração. A ordem é: "volte, ó Israel, para o Senhor, o seu Deus". (14.1) como o filho pródigo, a nação foi conduzida por seus desejos e escolhas para a destruição e a volta dependia de uma atitude e de uma fala: "preparem o que vão dizer e voltem para o Senhor. Peçam-lhe: Perdoa os nossos pecados e, por misericórdia, recebe-nos para que te ofereçamos o fruto dos nossos lábios" (2)

Depois de voltar e falar, em confissão de pecados, a atitude seguinte seria declarar nunca mais voltar à Idolatria: "nunca mais diremos: Nossos deuses àquilo que as nossa próprias mãos fizeram, por que tu amas o órfão" (3) nossa facilidade para transformar em deus as coisas em nossa volta é diabólica e quase nunca percebemos isto. Como o marido em suas brincadeirinhas, acreditamos que isto ou aquilo nem é tão importante, portanto, não deve ser considerado como idolatria, até que venha o peso do pecado e a destruição.

Mas Deus é grande em misericórdia e é Ele mesmo que propõe a cura. "Eu os curarei", "eu os amarei," "eu os atrairei com laços de amor", "como posso desistir de você?", "eu me casarei com você com fidelidade" , "plantarei para mim mesmo, tratarei com amor".

A vida familiar de Oséias refletia a relação "adúltera" que Israel havia construído com os deuses. Não podemos mais fazer nosso Senhor esperar. "Semeiem a retidão para si e colham o fruto da lealdade, e façam sulcos em seu solo não arado; pois é hora de buscar o Senhor até que Ele venha e faça chover justiça. (10.12) que venha a cura de Deus. Que tudo que semeamos se edifique para a glória dEle.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O QUE FAZEMOS COM NOSSAS CRIANÇAS?


"Havia comandantes do exército, que ainda estavam em campo aberto com os seus soldados. Eles ouviram que o rei da Babilônia tinha nomeado Gedalias, filho de Aicam, governador de Judá e o havia encarregado dos homens, das mulheres, das crianças e dos mais pobres da terra, que não tinham sido deportados para a Babilônia" .Jr. 40:7

Este texto deveria ser chamado de "o que fazemos do nosso potencial", mas se tem uma coisa que deveria nos preocupar diz respeito às crianças que estão entre nós. Dos nossos filhos bem cuidados aos mais pobres e desvalidos que estão pelas ruas, e os que cuidam deles, deveriam ser objeto de nossa ação e oração como cidadãos, como cristãos, como adultos, como pais, e olhando para eles a pergunta sobre nosso potencial vai ser respondida.

Gedalias, conforme o texto descreve, foi responsabilizado por cuidar do "Social", resto de gente pobre que ficou em Jerusalém depois que tudo foi saqueado e levado para a Babilônia, depois de 40 anos de pregação do profeta Jeremias, confrontando a maneira de viver e de criar filhos, sem temor do Senhor e na idolatria. Alguns comandantes, como nós, com alguma influencia, com algum dom, alguma capacidade de cooperar, líderes que Deus privou do pior, que não viram a derrota do povo, ouviram que alguém estava encarregado das crianças e dos pobres da terra.

Não apoiaram, não chegaram junto, não ofertaram, não fizeram mais que uma palavra de estímulo a distancia, uma palavra de exortação mais de perto, sobre um tal de Ismael, filho de Netanias, que poderia criar oposição. Mas Gedalias estava ocupado demais com tantos problemas em sua volta e orou pouco, discerniu sem critério espiritual e o tal Ismael o matou. Lhes faltava sanidade e santidade.

Se as crianças estavam desamparadas, mais ainda ficaram. Se as crianças estavam sem rumo, agora vão ser levadas para o Egito. Os adultos em volta estavam perdidos e as crianças foram as principais vítimas de tudo isto. Os filhos das boas famílias e dos pais mais abastados já haviam morrido no trágico fim daquela cidade que abandonou o Senhor.

Em todo o tempo, a solução para aquela nação é a mesma para nós e está descrita no capítulo 33.3 – "invoca-me e te responderei. Anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas que não sabes." Vivemos no Brasil um tempo de clamor pelas lideranças da igreja do Senhor Jesus. Somos, eu e você, como comandantes que podem fazer diferença na vida dos líderes de pouca visão e na vida das crianças e desvalidos que representam a igreja e as pessoas que esperam nossa ajuda como servos do Senhor. Santidade e Sanidade, são como trilhos que vão levar esta igreja de volta a um lugar que agrada a Deus e toda a estrutura social vai ser beneficiada a partir daí. Este trilho de equilíbrio é fruto do Temor do Senhor. Vamos nos unir e buscar a vontade do Senhor a cada dia? 

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

SABEDORIA, PLANO E DISCERNIMENTO

Há três coisas que precisamos investir e pagar: sabedoria, planos e discernimento. No livro de provérbios que terminamos de ler esta semana, são três palavras muito valorizadas.

Sabedoria começa com o temor do Senhor. Desviando-se do pecado e do homem violento, passando pela diligencia e perseverança no trabalho e na honestidade e se ancorando em hábitos simples como falar pouco - "pois quem tem conhecimento é comedido no falar... até o insensato passará por sábio se contiver a língua..." ( 17.27,28)- e escutar a experiência dos mais velhos e da própria criação, pois "quem confia em si mesmo é insensato, mas quem anda segundo a sabedoria não corre perigo".(28.26)

O Discernimento deve ser usado principalmente na minha própria história, pois é onde posso mudar alguma coisa, ou melhor, pedir socorro ao Espírito Santo para as mudanças: "Onde eu sou autoritário? Quais cantos confortáveis de meu comportamento não estou não disposto a abrir mão do poder?" Devem ser as primeiras perguntas onde o discernimento com sabedoria vai atuar; questionar a forma como exerço poder nas relações afetivas é um exercício árduo, mas também libertador e um dos objetivos dos provérbios. Discernimento de espírito é uma ação para fora, mas principalmente discernir para dentro, o próprio espírito é um grande desafio.

Planos. Quanta decepção não é gerada em nós quando o que planejamos não acontece! A primeira coisa que fazemos é culpar a Deus, principalmente quando trabalhamos muito como a formiga,(6.6) ficamos com raiva e não dar certo. Mas se somos preguiçosos – "a peguiça leva ao sono profundo e o preguiçoso passa fome" (19.15) - e vivemos escorando nos outros brigamos com Deus mais ainda, pois "é a insensatez do homem que arruína a sua vida mas o seu coração se ira contra o Senhor" (19.3).

Mas nem sabedoria, que aparece 92 vezes, nem discernimento – 61 vezes, ou os planos, que é citado 9 vezes, são maiores que o Senhor. A sabedoria fora do Senhor é engano e vaidade. Discernimento vira feitiçaria e os planos, somente os dEle não podem ser frustrados. Na guerra contra a futilidade, busque os três, mas com a assessoria do Espírito Santo, senão, você estará de novo, sob influencia do presente século. Mesmo correndo atrás de coisas tão importantes, cuidado para não se opor ao Senhor (21.30).

Espaço de reflexão psicoteológica, visando a saúde dos relacionamentos e o fortalecimento da família!